… Aquela abençoada condição descrita em … «aprendi a viver contente em toda e qualquer situação…» Em outras palavras, ele chegou a uma condição em que já não é mais hipersensível. Está numa condição em que não importa tanto o que lhe aconteça; isso não o perturba. «Aprendi a viver contente em toda e qualquer situação». Essa é a posição que todos nós, como cristãos, devemos ocupar. Aquele que não é cristão não a ocupa, nem lhe é possível ocupá-la. Ele é como um barril de pólvora; você nunca sabe quando está para explodir. A mais leve picada produz grande transtorno; é hipersensível por causa do ego.
Mas o apóstolo Paulo se lembrara de que é que nosso Senhor exige primeiro dos Seus discípulos, a saber: «Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue». Primeiro tem que ser posto fora o ego. Depois, então, «tome a sua cruz e siga-me» (). Uma Vez destronado o ego, e levado para os fundos, o discípulo deixa de ser hipersensível, e essas coisas já não causam problemas, alarmes e explosões. Ele demonstra equilíbrio, porque o ego foi expulso e ele agora está vivendo para Cristo.
Examinemo-nos à luz disso. Meditemos em todos os nossos agravos sofridos; pensemos em todos os sofrimentos, desprezos, insultos e tudo mais que achamos que se amontoaram sobre nós, bem como todos os mal-entendidos… Não há nada ali, realmente; o que aconteceu foi que criamos uma tempestade em copo d’água. Se fizéssemos uma lista das coisas que tanto nos transtornaram, como ficaríamos envergonhados! Quão débeis, quão mesquinhos podemos ser!