Deus aceita esta justiça de Cristo, esta perfeita justiça acareada com a Lei que Ele honrou em todos os aspectos. Ele a cumpriu e lhe prestou obediência; Ele suportou a penalidade da Lei. A Lei foi plenamente satisfeita. O meio divino de salvação, diz Paulo, é esse. Ele nos dá a justiça de Cristo.
Se virmos nossa necessidade e formos a Deus e lha confessarmos, Deus nos outorgará a justiça de Seu próprio Filho. Ele nos imputa a justiça de Cristo, aos que nEle cremos, e nos considera justos, e nos declara e pronuncia justos em Cristo. Esse é o meio de salvação, o meio cristão de salvação, o meio de salvação através da justificação pela fé. Chega-se, pois, a isto. Que eu vejo e creio e olho para nada e para ninguém, exceto o Senhor Jesus Cristo.
Gosto dos termos em que Paulo coloca isto. Ele pergunta: “Onde, pois, a jactância? Foi de todo excluída. Por que lei? das obras? Não, pelo contrário, pela lei da fé” (Romanos 3.27). Vós, judeus estultos, diz Paulo, vos jactais do fato de que… tendes os oráculos de Deus e de que sois o povo de Deus. Deveis parar com isso. Não deveis descansar sobre o fato de que tendes essa tradição e de que sois filhos de tais antepassados. Não há razão para jactância. Tendes que descansar exclusivamente no Senhor Jesus Cristo e em Sua Obra perfeita. O judeu não é superior ao gentio quanto a isto… Olhamos para Cristo e somente para Cristo, e não para nós mesmos em nenhum sentido, qualquer que seja.
Extraído do devocional “Mensagem para hoje – Leituras diárias selecionadas das obras de D. M. Lloyd-Jones” – sob autorização da Editora PES
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