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8 de março – Que puro prazer o do breve tempo que ante o Teu trono despendo, quando a Ti eu oro e, meu Deus, contigo falo como amigo a amigo

A característica preponderante de todos os mais piedosos cristãos que o mundo já conheceu é que eles não só dedicam muito tempo à oração particular como também se deleitam com isso… Quanto mais piedosa a pessoa, mais tempo despende conversando com Deus. Portanto, trata-se de um assunto da máxima importância… Esta verdade faz parte da experiência do povo de Deus através dos séculos. Encontramos nos evangelhos o registro de que João Batista ensinara os seus discípulos a orar. Eles decerto haviam sentido a necessidade de instrução, e lha pediram… João os ensinara a orar. Os discípulos do Senhor Jesus sentiram exatamente a mesma necessidade… “Senhor, ensina-nos a orar”. Sem dúvida brotou o desejo no coração deles porque tinham consciência dessa espécie de dificuldade natural, instintiva e incipiente que nós sentimos; mas deve também ter sido grandemente fortalecido ao contemplarem Sua vida de oração. Viam como Ele se levantava “muito antes da alvorada” e subia aos montes para orar, e como Ele passava noites inteiras em oração. E às vezes, não tenho a menor dúvida, eles diziam a si mesmos: “De que Ele fala? Que faz Ele?” Pode ser que lhes tenha ocorrido igualmente este pensamento: “Em poucos minutos de oração já não encontro mais palavras. Como Ele consegue orar tanto? Que é que leva a essa facilidade e total entrega à oração?” “Senhor”, disseram eles, “ensina-nos a orar”. Queriam dizer com isso “…gostaríamos de conhecer a Deus como Tu O conheces. Ensina-nos a orar”. Você já sentiu isso alguma vez? Você já se sentiu algum dia insatisfeito com a sua vida de oração, e aspirou a saber mais e mais o que é orar deveras? Se sua resposta é “sim”, é um indício encorajador.

Extraído do devocional “Mensagem para hoje – Leituras diárias selecionadas das obras de D. M. Lloyd-Jones” – sob autorização da Editora PES

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