Press "Enter" to skip to content

13 de março – A Rocha da escritura

… Todo ensino e toda verdade e toda doutrina têm que ser provadas à luz das Escrituras. Eis aí a revelação que Deus dá de Si por partes e porções do Velho Testamento com crescente clareza, convergindo para um ponto final culminante, chegando, finalmente, “na plenitude dos tempos”, à perfeita, absoluta e final revelação em Deus o Filho. Por Sua vez, Ele ilumina e revela Sua vontade e Seu ensino a estes apóstolos, dota-os de autoridade única, enche-os da capacidade e do poder necessários, e lhes dá o ensino essencial ao bem estar da Igreja e do povo de Deus. Podemos edificar somente sobre esta autoridade única e singular.

Para nós hoje a escolha é na verdade tão simples como o foi para aqueles primeiros cristãos, nos dias iniciais da igreja. Ou aceitamos essa autoridade ou aceitamos a autoridade do “saber moderno”, da ciência moderna, do entendimento humano, da capacidade humana. É uma ou outra…

Para nós, realmente, não se trata de escolha. De um lado, confiar na capacidade e no entendimento humano, tudo é fluxo e mudança, incerto e inseguro, sujeito mesmo ao colapso. Doutro lado, há não só “a inexpugnável Rocha das Escrituras Sagradas” mas também a Luz do mundo, a Palavra de Deus, a própria verdade…

O Senhor da Igreja declarou: “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão”. São palavras que permanecem no tempo; são palavras que permanecem na morte; são palavras que nos confrontarão na eternidade.

Extraído do devocional “Mensagem para hoje – Leituras diárias selecionadas das obras de D. M. Lloyd-Jones” – sob autorização da Editora PES

Comments are closed.