Pedro e João sobem ao templo na hora da oração e vêem um coxo sentado à porta do templo chamada Formosa… Você lembra a fórmula que empregaram: “Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, anda!” Ele se levantou, e o povo aproximou-se cheio de espanto e admiração. Puseram-se a enaltecer aos apóstolos. Mas disse Pedro: “Não olheis para nós. Não foi por nossas palavras ou nosso poder que fizemos andar a este coxo. O nome de Cristo – pela fé em Seu nome – deu saúde perfeita a este homem na presença de todos vós” (Atos 3.1-16). Outra vez, em Atos 4, quando os discípulos são acusados perante as autoridades e se lhes proíbe terminantemente voltarem a pregar “neste nome”, há somente uma resposta para ser dada: “Não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos”. Este nome é o único. A tradução deveria ser: “Não há outro nome igual”. Jesus Cristo não é um em uma série; Ele não representa uma autoridade dentre certo número de autoridades. É Ele só. No Novo Testamento Ele é a única Autoridade.
E assim prossegue o tema através do livro (de Atos). Pregando a Cornélio e sua casa, Pedro torna a dizer: “Jesus Cristo é o Senhor de todos” (Atos 10.36). Persiste o mesmo no ministério do apóstolo Paulo que, havendo sido detido em meio à sua carreira de violenta oposição e perseguição à Igreja Cristã, na estrada de Damasco, e havendo descoberto, para sua surpresa, que Jesus a quem ele tanto desprezara e odiara não é outro senão o Senhor da glória, brada esta pergunta: “Que farei Senhor?” (Atos 22.10).
Extraído do devocional “Mensagem para hoje – Leituras diárias selecionadas das obras de D. M. Lloyd-Jones” – sob autorização da Editora PES
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