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16 de fevereiro – Bom é para o homem suportar o jugo na sua mocidade

O argumento de que o homem moderno recusa-se a ser coagido pelo temor a Deus a levar uma vida louvável, mas que reagirá bem a apelos, é inteiramente desmentido pelos fatos… conforme os homens foram deixando de crer na ira de Deus, e descartando a idéia de lei e justiça, os seus padrões morais foram-se deteriorando e a conduta foi ficando relaxada e frouxa…

Conforme os homens deixaram de reconhecer a Deus como Aquele perante quem são responsáveis, e sob cujos olhos vivem, o senso de disciplina e ordem começou gradativamente a desaparecer das relações da vida. O homem que pessoalmente não leva uma vida de obediência, logo deixa de preocupar-se com o fato de que seus filhos lhe devem obedecer. O resultado é que a disciplina no lar tem sido tristemente negligenciada, os filhos não mais respeitam os pais como devem; e muitíssimas vezes esses mesmos filhos se têm tornado tiranos do lar. A verdade é que aqueles que, em tempos passados, foram criados sob disciplina severa e rígida, e mesmo dura, de fato tinham mais profunda consideração e maior respeito para com seus pais… À medida em que o senso de responsabilidade do homem para com Deus foi declinando, e ele deixou de crer que Deus ordenou a vida toda, incluindo as ordens naturais da sociedade, se foram tornando mais e mais frouxas as idéias da família e do lar, e os homens passaram a considerar-se a si próprios como se fossem suas próprias leis. E que verdadeira esperança de paz e concórdia internacional pode haver, a menos que as nações estejam preparadas para reconhecer e acatar uma lei fora e acima delas – uma lei que tenha autoridade para aplicar sanções e que tenha poder, lei cuja quebra leve ao sofrimento e à condenação?

Extraído do devocional “Mensagem para hoje – Leituras diárias selecionadas das obras de D. M. Lloyd-Jones” – sob autorização da Editora PES

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