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14 de fevereiro – Justo aos seus olhos – ou aos olhos de Deus?

Aqueles que ignoram a Palavra de Deus, que se recusam a levar em conta o Evangelho com sua luz e conhecimento, se conservam afastados da casa de Deus e de toda forma de instrução no tocante a estas questões, que argumentam que a única coisa necessária é que devemos ser sinceros, ser honestos em nossos negócios, prestar alguma ajuda a obras de caridade, ser amistosos e afáveis – estão confiando em seu próprio zelo e em suas idéias pessoais, e estão se recusando a receber esclarecimento quanto àquilo que Deus realmente exige. A todos esses precisamos dizer o que Paulo disse a seus contemporâneos, que, tendo feito tudo, estão simplesmente estabelecendo sua própria justiça. Não pomos em dúvida a sinceridade ou a honestidade deles… A indagação vital, entretanto, é: Qual o valor disso tudo? Não se trata do caminho traçado por Deus. Não se trata da idéia que Deus faz da justiça; mas apenas da justiça própria. Certamente, a essência da sabedoria é que antes de sequer começarmos a agir, ou de começarmos a agradar a Deus, devemos descobrir o que Deus tem a dizer sobre o tema. Precisamos primeiro, aprender a idéia que Ele faz da justiça, e quais são as Suas exigências. Todavia, os homens e mulheres de nossos dias, como os judeus antigos, aceitam ordens de toda parte, exceto da Palavra de Deus. Dependem das afirmações de certos escritores modernos, e levam a vida segundo suas próprias idéias, em vez de procurarem viver de acordo com os ensinamentos de Jesus de Nazaré, o Filho de Deus. Que continuem… Que teimem em estabelecer sua justiça própria, rejeitando o Evangelho de Jesus Cristo, e por certo chegará o dia quando descobrirão que “aquilo que é elevado entre homens, é abominação diante de Deus” (Lucas 16.15). A pergunta vital a ser feita, pois, é: A quem estamos de fato agradando? A nós mesmos ou a Deus? Temo-nos submetido aos Seus caminhos? Podemos dizer que temos sujeitado a Ele a nossa vontade, entregando-a a Ele?

Extraído do devocional “Mensagem para hoje – Leituras diárias selecionadas das obras de D. M. Lloyd-Jones” – sob autorização da Editora PES

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