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22 de janeiro – Esquecendo-me das coisas que para trás ficam… prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus

Se você realmente deplora o fato de haver desperdiçado muito tempo no passado, o que deve fazer é acertar o passo no presente. Isso não revela bom senso? Eis alguém que se aproxima de nós dominado por completo desânimo, a dizer: “Se ao menos tivesse feito assim – quanto tempo desperdicei!” O que lhe digo é isto: “Você está procurando compensar o tempo perdido? Por que fica aí gastando energia em falar-me do passado que você não pode anular? Por que você não emprega suas energias no presente?” Falo com veemência porque esse estado de ânimo tem que ser tratado com severi­dade, e a última coisa que se deve fazer com pessoas assim é condoer-se delas. Se você está nessas condições, detenha-se e examine-se do ponto-de-vista do senso comum. Você está agindo tolamente, está sendo irracional, está malbaratando seu tempo e suas energias. Você não crê realmente no que diz. Se você lamenta um passado mal gasto, trate de compensá-lo no presente; aplique-se a viver intensamente o momento atual. Foi isso que Paulo fez. Diz ele: “E, afinal, depois de todos, foi visto também por mim, como por um nascido fora de tempo”. Com efeito, o que ele quis dizer é: Dissipei uma porção de tempo; outros me tomaram a dianteira. Entretanto, ele foi capaz de continuar, tendo acrescentado: “Trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo”.

Extraído do devocional “Mensagem para hoje – Leituras diárias selecionadas das obras de D. M. Lloyd-Jones” – sob autorização da Editora PES

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